23 de abr de 2013

Pt. I

Há muito tempo, houve um tempo, existiu um espaço no meio desse tempo a ser preenchido pelos devaneios daqueles que eu mal conhecia. E então, esse tempo passou e eu mesma preencho cada espaço, cada canto e coluna dentro de mim com um amor único que achava estar perdido no meio da insanidade dos dias de hoje.
Descobri por mim mesma que o cavalheirismo não morreu, que o romantismo não é brega e que a sociedade não devia julgar os namoros felizes porque simplesmente existem há apenas 1 mês. E aos que julgaram o meu relacionamento com o meu namorado, marido, homem, companheiro e amigo, vocês podem fazer uso do direito que possuem de se manterem calados, pois vocês, seus merdas e humanos incompetentes não sabem o que é amar e ser amado, se desejar e ser desejado, se gostar e ser gostado. E se soubessem, eu aposto, que engoliriam com leveza o que sempre disseram não existir.
Nesse 1 ano e 60 dias, contabilizando algumas horas a mais de relacionamento enxerguei a fundo o quanto é implacável a força do amor. Ah, e o AMOR, é forte, sensato, justo e esse preenche a tudo que te falta.
Tive alguns namorados, não sou amiga ou inimiga deles, somos apenas conhecidos com algumas memórias em comum, e posso falar com todas as letras: NUNCA OS AMEI, NUNCA FUI FELIZ. Não é cuspir no prato que comeu, Deus que me livre. Mas é que agora eu entendo o que é isso tudo, o que é amar e ser feliz. Porque eu amo e sou feliz por amar assim. Porque eu vejo que o tempo passa e os detalhes se mantêm. [Continua...]

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